Fluxograma: o que é e como fazer

15 de maio de 2020
Última modificação: 22 de julho de 2020

Autor: FM2S
Categorias: Blog, Ferramentas da Qualidade, Gestão da Rotina, Gestão de Projetos, Melhoria de Processos

O que é um Fluxograma?

O primeiro método estruturado para o fluxo de um processo, o fluxograma, foi introduzido por Frank Gilberth aos membros da American Society of Mechanical Engineers (ASME), em 1921, durante a apresentação intitulada “Process Charts – First Steps in Finding the One Best Way”.

Após sua apresentação, a ferramenta passou a fazer parte do currículo do curso de Engenharia Industrial e, no início dos anos 30, um engenheiro industrial, chamado Allan H. Mogensen, começou a capacitar alguns homens de negócio a utilizarem essa ferramenta.

Em 1944, um aluno de Mogenses, Art Spinager, levou esta ferramenta para a Procter Gamble, difundindo seu uso em um dos seus programas de melhoria. Outro aluno, Ben S. Graham, diretor da Formcraft Engenharia, adaptou o fluxograma para que ele também informasse o fluxo de informação, desenvolvendo um fluxograma multi-fluxo, mostrando os vários documentos utilizados ao longo do processo e suas interações. Já em 1947, ASME adotou um conjunto de símbolos derivados do trabalho do Gilberth.

No universo dos programas de computadores, no qual ficaram tão famosos, os fluxogramas chegaram em 1947. Goldstein e von Neumann utilizaram vários fluxograma de programação em seu trabalho “Planning and coding of problems for an electronic computing instrument, Part II, Volume 1”. Foi no campo dos algoritmos de computadores que os fluxogramas atingiram seu apogeu.

O que você verá em nosso Curso de EAD sobre Fluxograma?

Qual é a definição de Fluxograma?

O fluxograma é uma das ferramentas básicas de melhoria que fornece uma imagem visual de um processo que está sendo estudado. Essa imagem é feita através de uma representação gráfica sequencial das atividades que definem um processo. Desta forma, ele condensa três modos de aprendizagem que seriam o visual, o auditivo e o escrito.

Sua construção envolve figuras geométricas que podem representar recursos, decisões e processos. As setas indicam a direção, respeitando o sequenciamento entre os processos para se atingir o resultado final, podendo este ser um produto ou um serviço.

Existem diversas razões para se preparar um fluxograma de um processo, tais como:

  • Facilita o aprendizado da equipe sobre o processo que está sendo analisado;
  • Torna o processo atual “visível”;
  • Mostra as responsabilidades e as relações entre etapas e áreas envolvidas no processo;
  • Identificar qual caminho o nosso processo percorre;
  • Permite identificar etapas que não agregam valor;
  • Identifica gargalos, complexidades, atrasos, ineficiências e desperdícios;
  • Permite medir o tempo de ciclo de atividades;
  • Identificar oportunidade de reduzir custos de processamento;
  • Identificar “quick wins”.

Como fazer um fluxograma?

1. Quais são os símbolos de um fluxograma?

A maioria dos fluxogramas utilizam três tipos principais de símbolos, mas existem 8 tipos básicos. Eles são conectados um a um por setas, de acordo com o fluxo do processo:

Fluxograma-simbolos

Símbolos Legenda em Fluxogramas

Dica 1: Há muitos outros símbolos que podem ser utilizados no fluxograma. Entretanto, deve-se lembrar que um dos usos mais importantes do fluxograma é a comunicação. Se você for utilizar símbolos muito diferentes que somente parte de sua audiência entende, há uma grande chance de que você falhe na comunicação. Por isso, a dica é: mantenha sempre as coisas simples.

2. Comece o fluxograma pelo SIPOC

Para construir seu fluxograma, comece definindo as fronteiras do seu processo. Uma ferramenta muito útil para definir as fronteiras de um processo é o SIPOC. Determine o tipo de fluxograma a ser utilizado e o seu nível de detalhes. Pense em todas as atividades de um processo e liste-as na ordem em que ocorrem. Faça perguntas, como “O que realmente acontece no próximo processo?”; “Há alguma decisão que precisa ser tomada antes do próximo passo?” ou “Quais aprovações são necessárias antes da próxima tarefa?”. Para ajudá-lo na tarefa de elaboração do fluxograma, é fundamental que esteja acompanhado por pessoas que conheçam o processo e que consigam lhe ajudar a cria-lo.

Qual o passo a passo para o fluxograma?

Comece o fluxograma desenhando um círculo alongado e escreva “início” dentro. Então, vá para a primeira atividade ou pergunta, utilizando um retângulo ou o losango para representá-los. Escreva a atividade ou a pergunta dentro do retângulo ou do losango e ligue a forma até a próxima atividade.

1. Defina as fronteiras do processo.

A ferramenta SIPOC é de grande ajuda para esta tarefa.

2. Determine qual tipo de fluxograma será utilizado

Decida, por exemplo, se o fluxograma será Cima/Baixo, Matriz/Grupo, Complexidade ou Tradicional para alcançar o objetivo de melhoria. Descrições mais detalhadas dos diferentes tipos de fluxogramas serão apresentadas nos próximos artigos.

3. Ilustre as etapas do processo de cima para baixo e/ou da esquerda para a direita.

Colar post-its em um quadro branco ou em um “flipchart” poderá ser útil para o desenvolvimento do fluxograma inicial, pois a equipe poderá movimentá-los ao adicionar novas etapas. Não comece a fazê-lo no computador, este é apenas para a versão final.

4. Use palavras de ação ou verbos no infinitivo para descrever as atividades importantes do processo.

Por exemplo, ao invés de apenas utilizar a expressão “conta do frete”, prefira colocar um verbo antes, como “preparar conta do frete”. Isto ajudará a equipe a visualizar a atividade como um processo, ao invés de um resultado.

5. Use os símbolos de fluxograma que façam sentido para a sua equipe.

Utilize os símbolos de modo que contribuem para a comunicação. Geralmente, os símbolos básicos de um diagrama de bloco são os mais indicados. Ao se deparar com um ponto de decisão ou uma divisão do processo, siga um caminho por vez até completá-lo. Esse procedimento deverá ser usado para todos os pontos de decisão durante a realização do fluxograma. Se a equipe não possuir os conhecimentos necessários sobre o processo para completar uma das seções do fluxograma, anote esse ponto para poder completá-lo mais tarde.

6. Revise o fluxograma acabado sobre os seguintes pontos de vista:

  1. O que dá início ao processo?
  2. O fluxograma reflete o processo do modo como ele realmente funciona?
  3. Todas as etapas foram definidas do início ao fim? Faltam etapas?
  4. O fluxograma contribuirá para o objetivo de melhoria?
  5. Existem áreas que demonstram uma necessidade óbvia de melhoria?
  6. Os pontos úteis de coleta de dados podem ser identificados?
  7. Há oportunidades para reduzir atividades de inspeção/avaliação múltiplas e outras etapas redundantes? Liste esses e outros assuntos relacionados para ação pela equipe de melhoria.

Use o diagrama em conjunto com o Modelo para Melhorias para facilitar a colocação de perguntas e fazer previsões relacionadas aos ciclos de melhoria.

7. Atualize o fluxograma para refletir as mudanças ou melhorias do processo.

O fluxograma deverá ser exibido durante todas as reuniões de equipe para facilitar a comunicação e documentar os conhecimentos atuais sobre o processo.

Como o fluxograma traz ideias de mudança?

Trabalhe por meio do processo todo, mostrando as atividades e as perguntas na ordem em que ocorrem. Conecte-as por meio de flechas para mostrar qual é o fluxo do processo. Nos locais em que houver perguntas, desenhe as flechas saindo do losango para cada uma das possibilidades e nomeie as saídas. Além disso, lembre-se de mostrar o final do processo utilizando a mesma forma utilizado para mostrar o início, porém, dessa vez, dentro da forma escreva a palavra “fim”.

Por último, desafie seu fluxograma. Faça isso perguntando para você mesmo se cada uma das atividades e dos pontos de decisão listados estão corretos e na ordem correta. Caso você esteja utilizando o fluxograma para uma atividade de melhoria, olhe cada atividade e busque por aquelas que não agregam valor sob a ótica do cliente para eliminá-las. Olhe também se as atividades estão sendo feitas pelas pessoas certas e da maneira certa. Olho clínico neste momento poderá trazer ganhos importantes em seu processo.

Regras práticas para seu fluxograma

  1. Fluxograma pode rapidamente tornar-se muito complicado a ponto de você não mais conseguir mostrá-los em uma folha de papel. Quando isso acontecer, você deverá utilizar os conectores, pequenos círculo com um número dentro nos quais o fluxo de atividades se conecta a uma outra atividade que está em outra página. Utilizando o mesmo número nos conectores, é possível acompanhar o fluxo mesmo quando este pula a página.
  2. Descreva o processo como ele é hoje. Nunca descreva em um fluxograma um processo ideal.
  3. Inicie o desenvolvimento do fluxograma com uma versão macro, caso contrário vai acabar se perdendo em detalhes. Com o fluxograma bem entendido na versão macro, se necessário, parta para a versão micro.
  4. Não utilize mapeamento feito no passado. Eles podem estar muito desfasados ou podem não terem sido feitos utilizando-se do cuidado necessário.

Quais os Tipos de fluxograma?

Cada fluxograma diz respeito a um processo ou sistema específico. Começa com a entrada de dados ou materiais no sistema e rastreia todos os procedimentos necessários para converter a entrada em sua forma final de saída. Os símbolos especializados de fluxograma mostram os processos que ocorrem, as ações executadas em cada etapa e o relacionamento entre as várias etapas. Os fluxogramas podem incluir diferentes níveis de detalhes, conforme necessário, desde uma visão geral de alto nível de um sistema inteiro até um diagrama detalhado de um processo de componente em um sistema maior. De qualquer forma, o fluxograma mostra a estrutura geral do processo ou sistema, rastreia o fluxo de informações e trabalha com elas, além de destacar os principais pontos de processamento e decisão.

Os fluxogramas são uma ferramenta importante para a melhoria dos processos. Ao fornecer uma representação gráfica, eles ajudam as equipes de projeto a identificar os diferentes elementos de um processo e a entender as inter-relações entre as várias etapas. Os fluxogramas também podem ser usados ​​para coletar informações e dados sobre um processo como auxílio à tomada de decisão ou avaliação de desempenho.

Por exemplo, se pensarmos no fluxograma dengue 2019 notaremos coisas como: sazonalidade de fluxo, variações, períodos, incidência, entre outros. A partir disso já podemos tirar diversas conclusões para tomada de decisão como melhor período para realizar campanhas, distribuição de remédios combativos à dengue, saber a efetividade da distribuição de remédios no tratamento de doentes e muitas outras conclusões.

Quando trabalhamos com fluxograma, podemos dividi-los em três categorias principais: multifuncionais, verticais e diagramas de espaguete.

O que é um Fluxograma multifuncional?

Possui um foco nas unidades organizacionais, permitindo que seja compreendido o fluxo do processo entre os departamentos. É muito útil para os processos que não se completam em uma única área, indicando assim os responsáveis por cada etapa e permitindo identificar problemas que acontecem quando os processos passam de uma área para a outra.

Fluxograma

Fluxograma Multifuncional

O que é um Fluxograma vertical?

É o mais utilizado em atividades de melhoria. Possibilita enxergar as relações entre atividades, pontos de decisão, inspeção, loops de retrabalho e sua complexidade. Para sua elaboração, é necessário começar pelo nível mais elevado e depois ir adicionando os detalhes.

Fluxograma

Fluxograma Vertical

O que é um Diagrama espaguete?

Método que utiliza uma linha contínua para rastrear o caminho percorrido por um item ou por pessoas durante a realização de um processo. Por haver muitas idas e vindas ao mesmo ponto, o desenho assemelha-se a um prato de espaguete. Muito usado para expor layouts ineficientes que geram desperdícios. Neste diagrama, pode ser mostrado o fluxo de materiais, informações e pessoas.

fluxograma

Diagrama Espaguete

É valido lembrar também que existe fluxograma linear que seria um modo mais simples de indicar o fim de um processo e o início de outro.

Mapeamento de Fluxo de Valor (MFV)

Value Stream Mapping (VSM)

O VSM é uma importante ferramenta de qualidade para os sistemas produtivos e é responsável por indicar não apenas o sequenciamento, como também as atividades realizadas que agregam valor ao produto ou serviço produzido.

Também traz à tona dados importantes da produção como os tempos de setup, processamento e espera, unidades em estoque, takt time, porcentagem de defeitos, número de pessoas em atividade numa estação de trabalho, entre outros.

Quais as vantagens do fluxograma?

Segundo a maioria das equipes de melhoria, ele é a chave para seu sucesso. O fluxograma é normalmente utilizado para ajudar a definir um processo de trabalho e para auxiliar a equipe a entender esse processo. Sem ele, muitas equipes consideram difícil melhorar a qualidade ou até mesmo saber por onde começar. Eles são úteis para as indústrias tradicionais de manufatura e processamento, mas têm seu maior impacto nos processos administrativos e de serviços, nos quais não podemos “ver” o processo operar (Shostock, 1984). Por esse motivo, mapear o fluxo é normalmente um bom ponto de partida para o aprendizado do processo. Além de ajudar a equipe a descobrir por onde começar seus projetos, o fluxograma oferece muitos outros benefícios, como:

  1. Fornece uma experiência de aprendizado para a equipe;
  2. Fornece uma exibição visual do processo atual;
  3. Facilita o projeto de um novo processo;
  4. Demonstra os papéis e relações entre as etapas e os departamentos envolvidos em um processo;
  5. Ajuda a explicar um processo a outras pessoas em um treinamento ou quando houver necessidade de passagem de informações;
  6. Indica áreas problemáticas, ciclos desnecessários, complexidade e aqueles pontos/áreas onde o processo pode ser simplificado;
  7. Ajuda a identificar o lugar para coletar dados e onde uma investigação mais detalhada pode ser necessária;
  8. Ajuda a identificar quais elementos de um processo pode ter um impacto sobre o desempenho;
  9. Documenta e padroniza o processo.

Onde utilizar um fluxograma?

O fluxograma não é utilizado somente uma única vez pela equipe. Para garantir os benefícios acima mencionados, o fluxograma deverá ser exibido e utilizado durante todas as reuniões desta equipe.

Agora que você já sabe os benefícios, vamos explicar quais são as diretrizes para aproveitar ao máximo a ferramenta:

  • O fluxograma deverá ser usado como suporte ao objetivo global de melhoria.
  • O documento inicial deverá descrever o processo como ele realmente funciona, a não ser que seja usado para descrever as mudanças do processo a serem efetuadas (por exemplo, padronização) ou para projetar um novo processo.
  • A equipe deverá incluir somente os detalhes suficientes para que ele possa servir de suporte para o objetivo de melhoria.
  • O fluxo deverá ser construído por aqueles que conheçam como o processo funciona no dia-a-dia.

Quando usamos um fluxograma em um Projeto Lean Seis Sigma?

Dentro de um projeto de melhoria, podemos utilizar o fluxograma em diversas fases:

  • Definição do escopo de um projeto de melhoria: o que estamos tentando realizar?
  • Utilização como um formulário de coleta de dados: como saberemos que uma mudança é uma melhoria?
  • Identificação de mudanças óbvias que podem ser feitas: quais transformações podemos fazer que resultarão em melhoria?
    • Compreender o contexto em que uma mudança será feita;
    • Fornecer uma ferramenta para a utilização do raciocínio lógico;
    • Definir a visão de um novo processo.

Fluxograma: como a ferramenta veio para melhoria de processos?

Para melhorarmos processos em nossas empresas, precisamos entender como ele funciona e se comporta atualmente. Precisamos, também, compreender o fluxo do processo e como as etapas se relacionam entre si. Um método importante para realizar essa tarefa é o Mapeamento de Processo.

Porém, na década de 70, os fluxogramas começaram a perder sua popularidade, quando os terminais de computação interativos e as linguagens de programação de terceira geração começaram a substituir os fluxogramas. Por meio do código fonte nessas linguagens era possível expressar os algoritmos de maneira muito mais clara e concisa do que se utilizando os fluxogramas. Expressar o algoritmo no próprio código fonte permitia a equipe trabalhar separadamente, pois não havia mais erros de “tradução” do fluxograma para a linguagem de programação.

Apesar de terem sua popularidade diminuída no campo da computação, o fluxograma é ainda uma das melhores ferramentas para se mapear e medir um processo. O fluxograma é uma das ferramentas básicas de melhoria que fornece uma imagem visual de um processo que está sendo estudado. Essa imagem é feita por meio de uma representação gráfica de uma série de atividades que definem o processo e a sequência entre elas. Com a popularização das técnicas de melhoria de processos, como TQM, Lean e Seis Sigma, e com a difusão das normas ISO de padronização de processos, o fluxograma continua mais atual do que nunca.

O mapeamento de processo por meio do fluxograma é uma importante estratégia de diagnóstico para projetos de melhoria. Um bom fluxograma é fundamental para que a equipe consiga compreender como o processo funciona atualmente.

Diferença entre fluxograma e organograma

É importante diferenciar esses conceitos, pois muita gente acaba os confundindo não só pelo fato de serem palavras parecidas, mas também por ambas terem funções de visualização gráfica.

Fluxograma, como já vimos é uma ferramenta de representação “gráfica” de um algorítimo que utiliza símbolos especiais pré definidos. Já o organograma, é uma ferramenta utilizada para representar a parte estrutural de uma empresa de forma funcional. Ou seja, através de visualizações gráficas, os colaboradores entendem como a empresa está organizada.

Todo desenho de processo é um fluxograma?

Eis uma questão que boa parte das pessoas que procuram por fluxograma acabam batendo de frente, então vamos esclarecer para você não cometer nenhum equívoco, ok?

As pessoas costumam confundir achando que quaisquer desenhos de processos é um fluxograma e até pode ser, mas em uma linguagem mais técnica, um fluxograma deve respeitar algumas normas e regras (como já vimos a cima). Um exemplo são as formas que você utiliza no seu fluxograma.

Há também equívocos relacionados à sua definição. O fluxograma é um espécie de diagrama técnico que visa tornar visual uma atividade, de maneira clara e objetiva.

Quais ferramentas são as mais indicadas para fazer um fluxograma?

Bom, primeiramente recomendamos esboçá-lo manualmente. Lembre-se que a ferramenta computacional é utilizada somente depois que você tem clareza sobre cada um dos processos.

Depois disso, você pode formalizá-lo em ferramentas como Microsoft Power Point, Lucid Chart ou Gliffy.

Se deseja escolher outras ferramentas para fazer o seu fluxograma, conheça as 18 melhores ferramentas gratuitas.

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19 de junho de 2019
Última modificação: 23 de julho de 2019

Autor: FM2S
Categorias: Blog, Ferramentas da Qualidade, Gestão da Rotina, Gestão de Projetos, Melhoria de Processos

06 Horas de duração

1 módulo – 16 aulas

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1 Certificado de conclusão

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Processos problemáticos são a causa principal da maioria das dores de cabeça nas empresas modernas. Todos realizamos tarefas repetitivas no dia a dia que impactam a nossa vida e a de nossos colegas, caso apresentem erros e problemas recorrentes. Mapear um processo significa desenhar racionalmente o que fazemos diariamente, de maneira a analisar criticamente nossas ações, simplificá-las e evitar esses problemas. Para realizar esse mapeamento, técnicas como o fluxograma e o SIPOC são extremamente bem-vindas e esclarecedoras. Aqui iremos ensinar detalhadamente como entender o que está acontecendo de errado com nossas rotinas, bem como propor mudanças para resolver os problemas mais clássicos. A linguagem é simples, direta e objetiva, sendo que diversos estudos de caso reais ilustram erros comuns e inspiram mudanças imediatas na vida da pessoa.

● O que é Mapeamento de Processos e quando realizá-lo para a solução de problemas;
● O que são fluxogramas;
● O passo a passo para Mapear um Processo e representá-lo com um fluxograma;
● Estudo de caso de Mapeamento de Processos complexos;
● A ferramenta do SIPOC;
● Usando o Bizagi para elaborar fluxogramas;
● Usando o Visio para elaborar fluxogramas;
● Usando o Excel para elaborar fluxogramas;
● Erros comuns na hora de se mapear um processo e desenhar um fluxograma;
● Estudo de caso em serviços;
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Não há pré-requisitos para este curso.

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Murilo Ferreira Marques dos Santos
Virgilio Ferreira Marques dos Santos

Ao final do curso, o aluno faz uma prova onde deve pontuar em mais de 50% de seu conteúdo. Mediante aprovação, o aluno recebe um certificado que diz:

 

“A FM2S certifica que [SEU NOME] concluiu com êxito o curso sobre Fluxograma, SIPOC e Mapeamento de processos.”

 

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